Desde 1º de outubro de 2026, a Meta cobra por mensagem as respostas que as empresas enviam pela plataforma oficial do WhatsApp (WhatsApp Business Platform), inclusive as enviadas dentro da janela de 24 horas que se abre quando o cliente escreve. Até setembro, essas respostas eram gratuitas.
O que mudou, exatamente
- As mensagens de atendimento (as respostas livres, fora de modelo) passaram a ser cobradas uma a uma.
- O valor é o mesmo das mensagens de utilidade e de autenticação, e varia por país.
- As mensagens de utilidade enviadas em resposta ao cliente, dentro da janela de 24 horas, também voltaram a ser cobradas. Elas estavam gratuitas desde 1º de julho de 2025.
- As mensagens trocadas na janela gratuita de 72 horas que se abre quando a pessoa chega pelo anúncio de clique para o WhatsApp continuam gratuitas.
Quem é afetado
A regra vale para quem atende pela plataforma oficial de API do WhatsApp, normalmente por meio de um sistema ou de um provedor de atendimento. Se a sua clínica usa uma ferramenta de atendimento automático no WhatsApp oficial, vale perguntar ao fornecedor como essa cobrança entra na conta.
O que isso muda no dia a dia da clínica
Cada ida e volta da conversa passa a ter custo. Atendimentos em menu, com “digite 1, digite 2”, fazem o paciente responder várias vezes até chegar ao que queria, e cada uma dessas respostas da empresa conta. Uma conversa que entende o paciente de primeira resolve a mesma coisa com menos mensagens.
- Revise automações que mandam mensagens que não ajudam o paciente.
- Prefira lembretes que já permitem confirmar, remarcar ou tirar a dúvida na mesma conversa.
- Evite menus em sequência: perguntar direto o que a pessoa precisa costuma resolver mais rápido.
Como a Cora lida com isso
A Cora, assistente de IA da Aassistente, conversa sem menu: entende o que o paciente escreveu, do jeito que ele escreveu, e resolve agendamento, confirmação e dúvidas da clínica na própria conversa. Menos voltas para chegar ao mesmo resultado.